domingo, 18 de outubro de 2009

Pra onde vai a educação?

Estava vendo hoje o programa Viva Porto Velho, do dr. Viriato Moura, e passou uma reportagem de homenagem aos professores - referente ao dia 15 de outubro. A apresentadora perguntou a uma professora qual era a parte gratificante da profissão e a ela respondeu: "No meu caso, ensino para alunos do sexto ano, é ver uma redação bem feita. Agora há pouco pedi que eles escrevessem um texto auto-bibliográfico".
"Auto-bibliográfico"???

Você sabe enrolar seu chefe?

Achei interessantíssima a reportagem da revista Época sobre o "enrolador de classe" - aquele sujeito que faz muito pouco no trabalho e mesmo assim consegue a simpatia do chefe, é promovido e sempre está por cima.
Particularmente, no mundo das assessorias de imprensa, este tipo sempre se dá bem. Conheço pelo menos 4 que têm esse talento. A reportagem diz que entre as várias características do "enrolador de classe" estão ser “marqueteiro”, saber delegar tarefas e mostrar-se impaciente e temperamental.
É como cantava o Raul Seixas: a formiga só trabalha porque não sabe cantar. Fiz o teste da Época e descobri que não tenho talento para ser uma "enroladora de classe". Pois é, sou formiga, não sei cantar.

Peça Frei Molambo recebe 5 indicações e dois prêmios no Festival de Teatro da Amazônia

Frei Molambo, espetáculo teatral do Grupo Raízes do Porto recebeu cinco indicações e dois prêmios durante a solenidade de encerramento do 6º Festival de Teatro da Amazônia, no teatro Amazonas, em Manaus.
Durante a solenidade de premiação, “Frei Molambo” recebeu cinco indicações (Melhor Direção, Melhor Figurino, Melhor Iluminação, Melhor Cenário - todos para Suely Rodrigues e Melhor Espetáculo) e os prêmios de Melhor Texto (Lourdes Ramalho) e Melhor Ator – Juraci Júnior.
Ao receber o prêmio, Júnior agradeceu a todos que colaboraram para a realização do espetáculo e atentou para a falta de políticas públicas em Rondônia. “Para mim o prêmio tem uma conotação política também, pois estamos levando o prêmio para Porto Velho, que ele sirva de incentivo, como exemplo para as políticas públicas para a gente que faz teatro em nossa cidade. Agradeço a todos, estou simplesmente apaixonado por tudo que ouvi aqui, como ator, como grupo, como fazedor de teatro. Obrigado”, finalizou.
Vale salientar que o Grupo Raízes do Porto de deslocou até Manaus por conta própria, devido a falta de apoio, ao mesmo tempo em que os grupos amazonenses receberam, para participar do festival, o valor de 15 mil reais.
Fonte: Geovani Berno

sábado, 17 de outubro de 2009

Jornalismo ambiental que é praticado está a serviço de grandes grupos econômicos

Mais um boletim do Congresso Brasileiro de Jornalismo Científico, que recebi por e-mail. Muito interessante a matéria.

Cobertura Especial direto do 10º Congresso Brasileiro de Jornalismo Científico

Jornalismo ambiental que é praticado está a serviço de grandes grupos econômicos

O “bom” jornalismo científico estaria acessível a apenas a uma pequena parte da sociedade

Alessandra Maia e Wedis Martins (enviados especiais) *

Belo Horizonte – Um dos grandes problemas que a divulgação científica enfrenta no Brasil é a falta de coerência na transmissão das informações. Durante sua palestra intitulada “O discurso da sustentabilidade no Jornalismo brasileiro”, hoje, segundo dia (15/10), do 10º Congresso Brasileiro de Jornalismo Científico, Miriam Santini de Abreu, autora do livro Quando a palavra sustenta a farsa: o discurso jornalístico do desenvolvimento sustentável, afirmou que “o jornalismo científico nacional precisa se desalojar, ou seja, deixar de ficar preso a simples questões teóricas”.

Segundo a autora, o jornalista tem que fornecer para a sociedade informações relevantes para que esta se sinta estimulada a mudar o que acontece de ‘errado’. “O jornalismo científico está na montanha, ou seja, preso a discursos globais, de que a ciência é a salvação para tudo. Ele precisa ver realmente o que está acontecendo do ponto de vista local. Entender que muitas vezes aquela ciência que se divulga não está acessível à maioria das pessoas”, explicou Miriam.

Esse jornalismo que abrange tanto o global quanto o local está acessível, segundo ela, apenas a uma pequena parcela da população que tem condições de arcar com assinaturas e compra de publicações de qualidade; desta forma, deixando de lado os que realmente não sabem e precisariam, segundo ela, entender o que de fato é ciência. “As mudanças só acontecerão quando a grande massa compreender o que se passa em seu país. No entanto, esta se informa predominantemente através da grande mídia, que oferece um cardápio pobre em conhecimento científico”, afirmou.

Já Carlos Tautz, jornalista e pesquisador do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), afirmou que o modelo de desenvolvimento capitalista mais agride o meio ambiente do que agrega valor à sociedade. Conferencista também de hoje, no evento, ele disse que “no caso brasileiro, esta agressão é bastante acentuada”. Para o jornalista, “o modelo de desenvolvimento brasileiro é baseado na extração intensiva da natureza, que só tende a crescer nos próximos anos”.

Segundo Carlos, o jornalismo ambiental que se pratica no país não deveria ser assim denominado, por estar intensamente vinculado aos interesses dos grupos de comunicação. “As ambições das grandes empresas prejudicam uma análise mais aprofundada dos temas científicos”, indicou.

Para Tautz, a imprensa foca a sua cobertura científica unicamente pelo viés do modelo de desenvolvimento do país. Um exemplo é a atual cobertura jornalística da construção das usinas hidrelétricas no Rio Madeira. “Neste caso a mídia privilegia apenas o lado econômico da questão, sem abrir espaço para a abordagem ambiental. Perguntas como: de que forma a criação de uma hidrelétrica afeta a vida da população do seu entorno, estão sendo deixadas de lado”, argumentou.

Quando se trata das fontes, Carlos explicou a importância de o jornalista não se ater apenas às oficiais. Para ele, ouvir as pessoas que sofrem os impactos das ações, os ambientalistas, grupos minoritários, entre outros, também é importante. “A verdade científica nunca foi absoluta. E será menos ainda agora com a questão climática entrando em pauta”, disse.

* Estão em Belo Horizonte onde também participam dos trabalhos científicos, apresentando pôster sobre a Agência Uerj de Notícias Científicas (AGENC) em nome da Faculdade de Comunicação Social da Uerj.

Email: uerj.agenc@gmail.com
Twitter: www.twitter.com/agencuerj

Há resfriamento global e não aquecimento, diz pesquisador

Recebi por e-mail o boletim abaixo com 3 assuntos que considerei bem interessantes. Recomendo a leitura.

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Boletim Especial direto do 10º Congresso Brasileiro de Jornalismo Científico

Há resfriamento global e não aquecimento, diz pesquisador

Boletim do último dia do 10º Congresso Brasileiro de Jornalismo Científico aponta também que debatedores consideram pouca a cobertura jornalística sobre ecólogos e equivocada com relação a políticas públicas em ciência e tecnologia.

Alessandra Maia e Wedis Martins (enviados especiais)*

Imprensa cobre pouco os ecólogos, dizem debatedores

Os ecólogos também foram representados no 10º Congresso Brasileiro de Jornalismo Científico. Hoje, último dia do evento (16/10), o presidente da Associação Brasileira de Ciência Ecológica e Conservação (Abeco), Thomas Lewinsohn, discutiu o que considera como falta de reconhecimento deste profissional no campo científico e, conseqüentemente, por parte da imprensa.

Segundo ele, “os jornalistas desqualificam os ecologistas deixando-os de fora das grandes discussões por estarem presos ao estereótipo do cientista”. Neste sentido, a presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Científico, Cilene Victor, concordou com o fato, ao dizer que nunca ouviu a palavra dos ecólogos na discussão sobre o aquecimento global “por conta de seu baixo prestígio na imprensa”. Em contrapartida, ela considera que biólogos e físicos, por exemplo, são mais cotados. “Eles fazem comentários do tipo: se nada for feito a Amazônia ela pode virar uma savana”, disse.

Segundo Thomas, “os ecólogos são, sim, cientistas, só falta se organizarem mais como sociedade científica e a Abeco (http://www.abecol.org.br/) vem desenvolvendo esta missão”. E acrescentou: “os ecólogos têm que ser parceiros com as organizações de defesa do meio ambiente”.

Professor diz que eliminar emissão de CO2 irá atrapalhar o desenvolvimento humano

De acordo com os debatedores do Congresso, o discurso hegemônico da imprensa agenda que o aquecimento global é causado apenas pelas ações do homem. Contrariando esta tese, Luiz Carlos Molion, professor de dinâmica de clima, da Universidade Federal de Alagoas (UFA), explicou que o homem não influencia o aquecimento e, sim, o sol e da lua, sendo que esta influencia na dinâmica das marés. E que, “ao invés de um aquecimento, vive-se um resfriamento global”. No entanto, a preservação ambiental é uma necessidade para a sobrevivência da espécie humana”, frisou.

Segundo Molion, os modelos apresentados atualmente em relatórios de entidades como o IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change) não servem para nada. “Eles foram criados para prever o futuro, no entanto, quando estes modelos foram utilizados para recriar o clima do passado, houve divergências com relação ao que realmente ocorreu”, afirmou.

Para o professor, qualquer tentativa de se eliminar a emissão de CO2 só irá atrapalhar o desenvolvimento humano e não contribuir para diminuir os impactos ambientais. “Eventos extremos sempre aconteceram e continuarão a acontecer, só que com conseqüências maiores, por conta do aumento populacional”, afirmou.
Pouca visibilidade das políticas públicas

Segundo José Roberto Ferreira, representante da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a cobertura das políticas públicas em ciência, tecnologia e inovação é feita de forma negligente pela imprensa. “Existe uma massa crítica que a imprensa não reproduz corretamente e isso é uma contradição, já que o país vive um avanço nesta área. De qualquer forma, há questões a serem melhoradas nestas políticas”, reconheceu.

José Roberto acrescentou que “a ciência tem papel fundamental para que a sustentabilidade seja exercida de fato”. Por isso, para o cientista, se ela tem muito a ver com a economia de um país e com a sustentabilidade global, o investimento em políticas públicas e a divulgação coerente da imprensa são importantes. “E esta não está sendo cumprida”, disse.

Segundo Ildeu de Castro Moreira, diretor do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e da Tecnologia (DEPDI), do Ministério da Ciência e da Tecnologia, a educação e a inovação são os dois principais itens para o desenvolvimento de políticas públicas no país. “Em uma sociedade democrática, a população tem que ter pleno acesso à divulgação científica para que, nas discussões, ela possa dar a sua opinião, tendo bases sólidas sobre os assuntos”, encerrou Ildeu.

* Estão em Belo Horizonte onde também participam dos trabalhos científicos, apresentando pôster sobre a Agência Uerj de Notícias Científicas (AGENC) em nome da Faculdade de Comunicação Social da Uerj.

Email: uerj.agenc@gmail.com
Twitter: www.twitter.com/agencuerj

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Carta de Goiânia defende diploma e cobra democratização da comunicação

Carta de Goiânia
Os jornalistas brasileiros reunidos no 17º Encontro Nacional de Jornalistas em Assessoria de Comunicação – ENJAC, realizado de 1º a 4 de outubro de 2009, em Goiânia/GO, reafirmam como eixos centrais de luta as ações para a retomada da exigência de formação superior específica para o exercício da profissão de jornalista e a defesa permanente da democratização da comunicação, luta esta que terá como palco este ano a I Conferência Nacional de Comunicação (CONFECOM) e suas edições regionais.
Os tempos atuais são de ataques às regulamentações profissionais, orquestrados pelo neoliberalismo do patronato oligárquico de mídia. A revogação da Lei de Imprensa e da exigência do diploma de jornalista para o exercício da profissão são os exemplos mais recentes. A posição do STF atende apenas a interesses patronais, com prejuízos imensuráveis para a sociedade brasileira. A luta dos jornalistas continuará a ser travada no Congresso Nacional e nas ruas, pois o que está em jogo é a defesa da profissão, da dignidade e da qualidade da informação.
Os jornalistas também destacam a I CONFECOM, conquista dos movimentos sociais, como um espaço privilegiado para o debate dos temas de interesse da categoria e de toda a sociedade brasileira, como a democratização da comunicação, por meio da criação de um novo marco regulatório.
Outra luta importante é pela liberdade de expressão. E por isso urge a aprovação de nova Lei de Imprensa democrática, que possa assegurar aos profissionais e à sociedade a liberdade de manifestação, dentro dos limites ético-profissionais.
No ano em que comemoramos um quarto de século desde a primeira edição do encontro dos jornalistas assessores, realizado em 1984, no Distrito Federal, os jornalistas que atuam em assessoria de comunicação também reafirmam o compromisso com a busca permanente da organização do segmento; o combate aos preconceitos de toda a ordem; a defesa intransigente de posturas éticas; a integração dos jornalistas em todas as unidades da Federação, promovendo o intercâmbio lastreado no respeito à cidadania e às várias realidades regionais.
Entendemos como fundamental também a aproximação com profissões afins para estabelecer parcerias no exercício profissional, legitimando, no conjunto de características da assessoria de comunicação, as atividades típicas do jornalismo como prerrogativas do jornalista, sempre balizado no respeito às profissões com interface na comunicação.
Os desafios dos jornalistas- assessores passam, ainda, pela conquista de condições dignas de trabalho, pela valorização do segmento, contra a precarização do trabalho e o assédio moral, realidade vivida por toda a categoria, seja nas assessorias ou nas redações, através das mais variadas formas de desrespeito à lei e às normas coletivas de trabalho.
O cumprimento desses compromissos deve seguir, ao mesmo tempo e com a mesma intensidade de propósito, a corajosa luta pela criação do Conselho Federal dos Jornalistas, bem como a inclusão da assessoria de imprensa na regulamentação da profissão e envolvimento total na defesa dos princípios democráticos, da liberdade de expressão e reafirmação do jornalista como protagonista nos momentos de grandes decisões nacionais.
O momento de crise, de ataque à profissão e à liberdade de expressão nos remete à profunda reflexão sobre a razão de ser do profissional jornalista em todas as suas vertentes e, em especial, na sua qualificação acadêmica. Nessa direção, os cursos de jornalismo devem enriquecer sua grade curricular, incluindo, dentre outras, disciplinas de assessoria de imprensa/comunicaçã o, de modo a melhor preparar os futuros profissionais.
Com todas essas considerações, os temas e teses discutidos nas plenárias reforçam o compromisso dos jornalistas em dar continuidade às nossas lutas específicas e ampliar nossa atuação em defesa dos interesses da classe trabalhadora, certos de que a solidariedade de classe é o caminho para a conquista de novos tempos para os trabalhadores.
Goiânia, 03 de outubro de 2009

sábado, 10 de outubro de 2009

18 senadores usam mais de 50% da verba indenizatória com consultorias e divulgação do mandato

Dezoito dos 81 senadores gastaram, desde o início do ano, mais da metade de sua verba indenizatória com despesas relativas à divulgação de seus mandatos e/ou à contratação de consultorias. Quatro senadores usaram toda a verba para esses fins: José Sarney, Tasso Jereissati, Gim Argello e Roberto Cavalcanti. O levantamento foi feito a partir de dados do projeto Excelências da Transparência Brasil (www.excelencias.org.br), disponibilizados em tabelas abaixo. Dos dezoito senadores, onze encerram os mandatos no início de 2011 por isso devem disputar as eleições de 2010.
A verba indenizatória é uma espécie de ajuda de custo no montante de R$ 15 mi mensais que o senador pode utilizar, a título de ressarcimento, alegadamente para despesas ligadas à atividade parlamentar.
Desde abril é publicado no sítio de Internet do Senado o beneficiário das notas fiscais apresentadas para justificar o reembolso aos senadores, mas não há informação sobre o tipo de serviço prestado. Sabe-se, porém, que frequentemente tais despesas servem para propaganda pessoal do parlamentar por meio de boletins e informativos que não trazem informações objetivas sobre a atuação do parlamentar.
Despesas com “divulgação de mandato” configuram-se em uso indevido da verba indenizatória uma vez que o Senado já dispõe de canais de comunicação com o público, como a TV Senado, a Rádio Senado, o Jornal do Senado, a Agência Senado e o sítio www.senado.gov.br, em que cada parlamentar tem uma página com seu perfil e espaço para hospedagem de sítio pessoal.

Senadores que utilizaram mais de 50% da verba indenizatória em Consultorias/Divulgação em 2009




Os partidos que mais se utilizaram da verba indenizatória para contratar consultores ou divulgar mandatos foram PTB, PSB e PRB — metade de suas bancadas aparece na lista dos dezoito senadores com mais gastos proporcionais nesses itens.



No recorte por unidade da federação, os líderes são Alagoas, Amapá, Distrito Federal, Paraíba e Tocantins: dois de seus três senadores aparecem na relação dos dezoito que mais apresentam despesas com consultoria e divulgação do mandato, em termos proporcionais.


Fonte: Transparência Brasil - http://www.transparencia.org.br/

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Vamos orar!

Salmo da Comunicação

Louvado sejas, Senhor, por nossa irmã a IMPRENSA, pão para a inteligência e luz para a alma. Ilumina com tua luz, Senhor, os redatores e editores; que saibam edificar um mundo novo na verdade e no amor.

Louvado sejas, Senhor, pelos jornalistas e repórteres, pelas agências de notícias, pelos desenhistas da comunicação social, pelos pintores das peças publicitárias.
Glória a Ti, Senhor, pelos nossos irmãos, o CINEMA e o VÍDEO. Que eles sejam guias de bons caminhos, mestres da justiça, amigos da verdade.

Louvado sejas, Senhor, por nossa irmã, a RÁDIO, que corre como o vento e torna tão pequena a Terra.

Louvado sejas, Senhor, por nossa irmã, a TELEVISÃO, cátedra que se coloca no espaço da casa.Jamais seja mestra que deforma a consciência, ou dê lições de ódio e imoralidade.

Louvado sejas, Senhor, pelo CD-ROM, o DVD, compêndios e sínteses do conhecimento e da ciência.

Louvado sejas, Senhor, pela INTERNET, que aproxima as pessoas, possibilitando-lhes comunicar-se instantaneamente no mundo inteiro.

Louvado sejas, Senhor, por nossos irmãos, os SATÉLITES, a FIBRA ÓTICA, a INFORMÁTICA, que encurtam distâncias e criam solidariedade entre as pessoas.

Glória a Ti, Senhor, pela comunicação humana e social.

Amém!

Fonte: CNBB

terça-feira, 6 de outubro de 2009

"O sindicato de jornalistas de Rondônia está se tornando igual ao do Maranhão", diz Sergio Murillo

O Sindicato dos Jornalistas do Maranhão vive às voltas com uma questão polêmica. Lá, os atuais diretores estão escolhendo quem pode ou não se filiar ao sindicato. No ano passado, foi feito um abaixo assinado com cerca de 150 assinaturas, denunciando à Fenaj o cerceamento à liberdade sindical. O processo foi votado na reunião do Conselho de Representanes da Fenaj, realizado no último domingo em Goiânia, por ocasião do 17° Encontro Nacional de Jornalistas em Assessoria de Comunicação.
Foi deliberado que o Sindicato dos Jornalistas do Maranhão tem até março do próximo ano para receber novas filiações, inclusive de assessores de imprensa e professores de jornalismo; terá que convocar novas eleições; terá que fazer a revisão do estatuto.
O que tem isto a ver com Rondônia? Foi citado o caso do Sinjor pelo presidente da Fenaj, Sergio Murillo. "Rondônia está se transformando num pequeno Maranhão", disse ele. O caso é que as ilegalidades cometidas nas últimas eleições foram tamanhas que há um grande risco de que coisas que atentam contra a liberdade sindical e a boa condução do sindicato se instalem por aqui. O Sinjor já é visto pela Fenaj como um sindicato sem credibilidade.